quinta-feira , 5 março 2026
Economia

Mourão diz que presidente da Petrobras “aguenta a pressão”

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O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão, fala à imprensa, após a terceira reunião do colegiado, no Palácio Itamaraty em Brasília
O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão, fala à imprensa, após a terceira reunião do colegiado, no Palácio Itamaraty em Brasília

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou, nesta segunda-feira (14/3), que o presidente da Petrobras, o general Joaquim Silva e Luna, é “resiliente” e “aguenta a pressão”. A declaração foi feita a jornalistas na chegada ao Palácio do Planalto, após ser questionado sobre a possibilidade de Silva e Luna pedir demissão em meio à pressão em conter a alta do preço dos combustíveis em meio à guerra no Leste Europeu. “Silva e Luna é resiliente, sempre foi. Como bom nordestino, aguenta pressão”, apontou.

Mourão ainda falou sobre os riscos de intervenção na política de preços da Petrobras. “Intervenção no preço é algo que a gente sabe como começa e o término é sempre uma bagunça.” “O governo está buscando soluções junto com o Congresso, seja aí mudança no cálculo do ICMS, a questão de fundo para estabilização, a redução do Pis/Cofins a zero. Então, são as soluções que estão sendo buscadas em momento difícil do mundo em que, uma vez solucionada a situação do conflito vivida lá entre a Rússia e a Ucrânia, a tendência é que os preços voltem aos níveis anteriores”, completou.

No fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro (PL) apontou que, como o novo reajuste de preços, a estatal “demonstra que não tem qualquer sensibilidade com a população”.

“Lamento porque poderia ter esperado mais um dia (para anunciar o aumento). A Petrobras demonstra que não tem qualquer sensibilidade com a população. É Petrobras Futebol Clube, o resto que se exploda. Se tivesse atrasado um dia”, criticou, durante visita ao Jardim Ingá, em Luziânia, Goiás.

O presidente também foi questionado se o dirigente da Petrobras poderia deixar o cargo. Ele afirmou que “qualquer um pode ser trocado”. (Com informações do Correio Braziliense)

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