O Brasília Chess Open reúne cerca de 150 enxadristas, amadores e profissionais de diversas idades, na Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), no Distrito Federal. O torneio, promovido pela Confederação Brasileira de Xadrez (CBX) com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, ocorre de 7 a 12 de janeiro de 2026 e distribui R$ 22 mil em prêmios nas modalidades Clássico, Rápido e Blitz. Participantes de todos os níveis competem, destacando o xadrez como esporte intelectual que promove raciocínio e inteligência.
Detalhes da competição
A competição acontece na BNB, um espaço que tradicionalmente abriga eventos culturais. Este ano, o torneio migrou de hotéis para a biblioteca, integrando o esporte ao ambiente de conhecimento. Enxadristas disputam em três modalidades, unindo amadores e profissionais em rodadas intensas.
A promoção visa fomentar o xadrez no Brasil, com apoio da Federação Brasiliense de Xadrez (FBX). O evento atrai competidores de diferentes faixas etárias, como o veterano Dada Prana, de 65 anos, e o jovem Rafael Mazzochin, de 11 anos.
Objetivos e impacto
O Brasília Chess Open busca unir gerações, transmitindo conhecimento de jogadores experientes para os mais novos. Marcos Silveira, presidente da FBX, enfatiza a importância de eventos como esse para o desenvolvimento intelectual. Além disso, contribui para a formação de cidadãos melhores por meio do raciocínio estratégico.
É um evento importante, porque a gente traz jogadores fortes e esses jogadores conseguem, de uma forma orgânica, transmitir conhecimento e expectativa para a turma que está mais nova.
Rodrigo Pereira, bibliotecário da BNB, destaca a sinergia entre o xadrez e o propósito da instituição.
A gente está muito feliz de poder receber esse torneio que acontecia geralmente em outros espaços, como em hotéis da cidade. O xadrez é uma modalidade esportiva, mas, ao mesmo tempo, envolve o raciocínio e a inteligência. Acredito que ele conversa muito bem com o que a gente propõe aqui na Biblioteca Nacional.
Histórias de participantes
Dada Prana, que começou a jogar seriamente no ano passado, participa para ganhar experiência e aprender.
Venho aqui para aprender, não para ganhar, mas para aprender. Comecei de forma mais séria no ano passado, e você tem que jogar o tempo todo. Treinar, resolver problemas, jogar on-line e sempre participar de torneios para ganhar mais experiência.
Rafael Mazzochin, motivado por jogos com amigos, treina para competições e almeja o top 20 no torneio.
Eu gostava de jogar com meus amigos, quis aprender mais para jogar torneios, e comecei a jogar, treinar com meus professores, no meu colégio. Hoje no Brasília Chess eu quero estar no top 20. O xadrez representa muita coisa para mim, gosto muito.
O evento reforça o xadrez como ferramenta de desenvolvimento pessoal, atraindo entusiastas em 2026.