A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, foi internada no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InCor-HCFMUSP), em São Paulo, no último domingo, 22 de março de 2026, com suspeita de quadro infeccioso. Ela apresentou sintomas como mal-estar, febre alta e dor abdominal, o que levou à necessidade de investigação médica. Inicialmente, circulou a informação de que ela estaria na UTI, mas isso foi corrigido para internação em leito comum.
Detalhes da internação
A ministra Sônia Guajajara buscou atendimento após o surgimento dos sintomas, e os médicos optaram pela hospitalização para uma avaliação mais detalhada. A suspeita inicial aponta para um quadro infeccioso, e exames estão sendo realizados para confirmar o diagnóstico. O InCor, referência em cardiologia, também atende casos diversos, garantindo um acompanhamento especializado.
Atualização do quadro clínico
De acordo com as informações mais recentes, a febre de Sônia Guajajara já foi controlada, e seu quadro de saúde é estável. Ela permanece em observação, aguardando os resultados dos exames, com uma evolução clínica considerada favorável. Essa atualização foi divulgada na data da internação, em 22 de março de 2026, e reflete o monitoramento contínuo da equipe médica.
Equipe médica envolvida
A ministra está sendo atendida por profissionais renomados, incluindo o cardiologista Sérgio Timerman e o infectologista Rinaldo Focaccia Siciliano. Essa equipe multidisciplinar garante uma abordagem completa para o caso, priorizando a recuperação da paciente. O InCor-HCFMUSP, localizado em São Paulo, é conhecido por sua excelência em tratamentos complexos.
Legado e declarações recentes
Sônia Guajajara, figura central na defesa dos direitos indígenas, tem destacado em declarações recentes a importância de pautas como a demarcação de terras e a desintrusão de invasores. Sua atuação como ministra coloca os povos indígenas no centro do debate público. Enquanto se recupera, sua agenda continua a inspirar discussões sobre políticas indígenas no Brasil.
Eu acho que [o legado] é a retomada da demarcação das terras indígenas, a desintrusão de invasores dos territórios, mas eu acho que, sobretudo, é trazer a pauta indígena para a centralidade do debate público, para a centralidade da política pública.