domingo , 7 junho 2026
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Médica Ludhmila Hajjar, cogitada para o Ministério da Saúde, diz ter sofrido ameças de morte em Hotel de Brasília

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A médica cardiologista Ludhmila Hajjar, um dos nomes cogitados para assumir o Ministério da saúde relatou em entrevistas a Globo News e a CNN que sofreu ameaças de morte enquanto estava hospeda em um hotel de Brasília, a médica disse ter ficado assustada com os ataques sofridos, porém não se intimidou com tais represália, apenas lamentou esse tipo de atitude num momento tão delicado que a nação está passando em todas as áreas. Ludhimila, também disse que as ameaças foram dividas com o presidente que também relatou o mesmo. O hotel em que a cardiologista Ludhmila Hajjar se hospedou em Brasília negou que tenha havido tentativa de invasão do quarto da cliente. “O B Hotel informa que durante toda a estadia de Ludhmila no hotel, período compreendido entre os dias 14 e 15 de março de 2021, nenhuma ocorrência foi relatada nas dependências do empreendimento e nenhuma queixa, sobretudo por parte da vítima, foi repassada para à administração”, afirmou o hotel, em nota divulgada por sua assessoria de imprensa. “Além do exposto acima, o B Hotel esclarece ainda que após tomar conhecimento das alegações concedidas por Ludhmila, consultou imediatamente o circuito interno de câmeras e não encontrou nenhuma ‘anormalidade’ nas imediações da suíte ou em qualquer outra área do empreendimento. Funcionários e colaboradores do B Hotel também foram ouvidos e nenhuma ocorrência similar foi constatada.”
Na entrevista dada aos veículos de comunicação, Ludhmila afirmou ter deixado o hotel após as supostas ameaças. “Recebi ataques, ameaças de morte que duraram a noite, tentativas de invasão em hotel que eu estava, fui agredida, [enviaram] áudio e vídeo falsos com perfis, mas estou firme aqui e vou voltar para São Paulo para continuar minha missão, que é ser médica”, disse Ludhmila, que recusou o convite de Bolsonaro.
Na noite desta segunda, Bolsonaro confirmou, para o lugar de Pazuello, o nome do presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga.
Queiroga será o quarto a ocupar o cargo em 12 meses de pandemia. Antes de Pazuello, chefiaram a pasta os médicos Luiz Henrique Mandetta e, por 28 dias, Nelson Teich. Veja vídeos

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