sábado , 7 março 2026
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Ibaneis Rocha afirma que reuniões para discutir política serão constantes

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Nessa terça-feira (25), o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) encontrou representantes da Igreja Universal e o deputado Julio Cesar, para jantar e discutir questões políticas. Ao Jornal de Brasília, o chefe do Executivo local afirmou que esse tipo de conversa será “constante” daqui para a frente, mas não indicou novas datas.

Segundo o governador do DF, a intenção é renovar sua base de apoio para a candidatura nas eleições de outubro, a qual lutará por uma reeleição. As informações divulgadas pela imprensa indicam que o grupo ainda discute a indicação para a vaga de vice-governador, que será disputada também pelo atual gestor do cargo, Paco Britto, e outros políticos que fazem parte da bancada evangélica.

A reunião dessa terça aconteceu na casa do deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos), em Brasília e contou com a presença do bispo e coordenador político nacional da igreja, Alessandro Paschoall, do bispo Wagner Negrão, do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), do ex-secretário de Relações Institucionais, Vitor Paulo, e também do assessor especial do governador, Marcelo Piauí, e do coordenador político da Igreja Universal em Brasília, Renato Junqueira.

No início do ano, Ibaneis cedeu uma entrevista aos jornalistas onde comentou sobre as eleições e os planos para o ano de 2022. Na ocasião, o líder do Buriti comentou que acredita que o DF não terá uma disputa polarizada, como deve acontecer em âmbito nacional, com a possível candidatura de Jair Bolsonaro e Lula.

Segundo o governador, que já se declarou apoiador do atual presidente da República, porém nessas eleições ele deve apoiar a candidatura da senadora Simone Tebet no primeiro turno, que também faz parte do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). “Gosto do estilo dela. É uma mulher de fibra, estudada, que passou por diversos cargos públicos”, comentou Ibaneis.

Além disso, cerca de 5 a 6 secretários de estado do DF devem deixar a gestão atual para concorrer a cargos eletivos, sendo assim, devem deixar as funções em abril, seis meses antes das eleições. Por este motivo, Ibaneis já estuda também as formas de manter a continuidade dos trabalhos depois que os secretários saírem da posição.

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