quinta-feira , 23 abril 2026
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Proteja-se, canal lançado pelo GDF Ibaneis Rocha, que visa facilitar denúncias de violência doméstica

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Foto: Renato Alves / Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF), Ibaneis Rocha, lançou, nesta segunda-feira (24/5), o aplicativo Proteja-se, em parceria com o Disque 100 e o Ligue 180, canais de denúncias do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A ferramenta notificará violações de direitos contra mulheres, idosos, crianças, pessoas com deficiências e demais grupos em situação de vulnerabilidade.
Para o governador Ibaneis Rocha, o lançamento do aplicativo vai zerar a fila de casos de violência doméstica na capital. “Quando protegemos as mulheres e as pessoas em vulnerabilidade, nós estamos protegendo todas as famílias do DF. Quando cuido da defesa das pessoas, é a hora em que realmente estou governando. Estaremos de portas abertas para desenvolver tudo o que for melhor para as famílias da nossa cidade”, finalizou o governador.
O projeto reforça a importância das parcerias para levar, ao maior número de pessoas possível, o conhecimento dos canais de denúncias de violações de direitos. “Esse aplicativo vai proteger o Brasil inteiro, vamos começar aqui, mas esse projeto vai se expandir nacionalmente. O aplicativo vai ser utilizado para pedir socorro, e vamos dar uma resposta às necessidades do nosso povo. Isso mostra um estado moderno, atualizado e que se modifica com as tecnologias”, explicou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.
Para utilizar o suporte, a pessoa que fizer a denúncia precisa mandar uma mensagem. Ela poderá ser atendida por meio de um chat ou em libras. Também é possível incluir fotos e vídeos na solicitação. As queixas serão encaminhadas à Polícia Civil do DF para apuração das informações.
Paralelamente, a equipe da Ouvidoria da Secretaria da Mulher (SMDF) terá acesso a todas as denúncias realizadas pelo Ligue 180 e irá encaminhá-las à Coordenação de Equipamentos da Subsecretaria de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres (Subev).
Os casos serão monitorados para que a mulher tenha acesso a serviços de acolhimento, capacitação e atendimento psicossocial, oferecidos pelos Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam), pela Casa da Mulher Brasileira e pelo Espaço Empreende Mais Mulher, todos da SMDF. (fonte:Metropoles.com.br)

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