De acordo com dados do Cepea, em setembro, a relação de troca de suíno vivo por farelo de soja alcançou o patamar mais favorável aos suinocultores paulistas em duas décadas. Esse cenário positivo refletiu uma combinação de fatores econômicos que beneficiaram o setor, permitindo maior poder de compra para os produtores.
No entanto, a partir de outubro, os preços do derivado de soja começaram a registrar leves aumentos, o que tem impactado negativamente o equilíbrio econômico para os suinocultores. Essa tendência de alta nos custos de insumos essenciais, como o farelo, tem reduzido a margem de lucro e complicado as operações no campo.
Em novembro, a relação de troca já se configura como a pior do segundo semestre, sinalizando desafios crescentes para o setor agropecuário paulista. Esse contexto pode influenciar discussões sobre políticas agrícolas e apoio ao produtor rural, especialmente em um momento de volatilidade nos mercados globais de commodities.