De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em parceria com a Tortuga/DSM, a rentabilidade para abates programados nos meses de janeiro e fevereiro de 2026 pode chegar a 12,2%, considerando a média para o bimestre. Essa projeção, divulgada em 14 de novembro de 2025, reflete um cenário positivo para o setor de pecuária de corte no Brasil, impulsionado por fatores econômicos específicos.
O otimismo se baseia principalmente na expectativa de elevação nos preços do boi gordo nos próximos meses. Essa tendência é fundamentada na oferta restrita de animais para reposição, o que limita a disponibilidade no mercado, aliada a uma demanda interna e externa bastante aquecida. Esses elementos combinados sugerem um equilíbrio favorável entre oferta e procura, beneficiando produtores e indústrias relacionadas.
Embora o foco seja em aspectos econômicos, analistas do setor observam que políticas governamentais relacionadas ao agronegócio e ao comércio internacional podem influenciar ainda mais essas projeções, reforçando a importância de monitorar variáveis macroeconômicas.